Crédito: Divulgação/Defesa Civil

Fonte: Agência Brasil

O nível dos rios no Amazonas é preocupante. Os alagamentos já são realidade em mais de 80% por cento dos municípios do estado. Para os especialistas, a cheia esse ano pode ultrapassar a marca histórica de 2012.

Dos 62 municípios do estado, 52 estão com áreas alagadas e 25 decretaram situação de emergência.

Em Careiro da Várzea, região metropolitana de Manaus, as ruas estão tomadas pelas águas do Rio Solimões. Em Parintins, o rio Amazonas já alcançou o maior nível da história. Em Manacapuru, produtores rurais perderam plantações inteiras e o gado também está sofrendo com as cheias.  Dados do Idan – Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas, apontam um prejuízo de R$180 milhões.

Na capital, Manaus, que está em situação de emergência ,15 bairros estão atingidos pela cheia. De acordo com o último relatório da defesa civil do estado, do dia 14 de maio, já são quase 409 mil pessoas afetadas pelas cheias no Amazonas.

De acordo com o CPRM – o Serviço Geológico do Brasil, este ano, a inundação está espalhada por todo o Amazonas, com o aumento das calhas dos rios Negro e Solimões.

Luna Gripp, pesquisadora do CPRM, explica que as cheias no norte do Brasil são sempre mais frequentes do que no resto do país devido à região ter as maiores bacias do país.

No último sábado, dia 15, o Rio Negro, que banha Manaus, estava apenas 31 centímetros a baixo do maior nível da história. Quatro mil e duzentas pessoas estão com as casas alagadas na cidade.

Quem precisar entrar em contato com a Defesa Civil do estado para informar problemas relativos às cheias, basta ligar para (92) 3878-0950.

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