Data: 08/12/2010 / Fonte: Bem Paraná

Paraná – O que começou com uma traquinagem infantil, terminou em tragédia na tarde de quarta-feira, 8, em Piraquara.  Um menino de sete anos saiu escondido de casa para brincar com amigos numa área proibida às margens do Rio Piraquara, onde fica o Centro de Ensino e Instrução do Corpo de Bombeiros, as margens da rodovia João Leopoldo Jacomel.

Os meninos entraram na água, apesar das placas indicativas de proibição. O garoto afundou e não voltou mais para a superfície, provavelmente arrastado pela correnteza que estava mais forte por causa das chuvas. Era pouco depois das 14h30. Os bombeiros foram acionados e iniciaram as buscas pelo corpo do menino.

O corpo do menino foi achado por volta das 15h30 por mergulhadores do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost), no local onde teria desaparecido. O pai do menino acompanhou todo o resgate, e disse que o garoto nunca tinha o costume de sair sozinho de casa mas, que justo neste dia, fugiu com os colegas.

Os bombeiros alertam para os riscos de se nadar em locais inapropriados e ainda mais sem a supervisão de pessoas aptas a prestas socorro. Mas com o calor nos últimos dias os riscos e os afogamento aumentam, sobretudo nas cavas, rios e represas de Curitiba e Região Metropolitana. Alguns pontos de Curitiba e região já são bastante conhecidos da Guarda Municipal e dos Bombeiros por concentrarem muitas pessoas nadando em lugares impróprios: as cavas do Rio Iguaçu na região do Boqueirão, as cavas do Rio Iraí, em Pinhais e Piraquara, e o entorno da represa do Passaúna, entre Curitiba, Araucária e Campo Largo.

Os bombeiros explicam ainda que não têm como manter equipes de salvamento neste tipo de local, o que ainda mais estimularia a prática. Rios e cavas normalmente possuem buracos e galhos escondidos no seu leito.

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