Crédito: Fabiane de Paula/SVM

Fonte: G1

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de São Paulo registrou 5997 atendimentos por suspeita de coronavírus em São Paulo entre os dias 22 de fevereiro e 23 de abril, segundo dados divulgados pela prefeitura na noite desta terça-feira (28).

De acordo com o levantamento, no início de março, quando foi verificada a situação de transmissão comunitária no Brasil, a média de atendimentos diários do serviço era de 61. O número mais do que dobrou em abril, com 126 ocorrências diárias registrados até a última quinta-feira (23).

O serviço encerrou o mês de março com média de 99,7 de atendimentos por dia. Em abril, o índice subiu para 126 atendimentos por dia.

Com base nos números, no mês passado foram realizados aproximadamente 3091 atendimentos. Até o dia 23 de abril, o serviço atendeu a 2905 ocorrências.

O Sudeste e Norte da cidade concentram o maior número de atendimentos do Samu, mas a proporção de atendimentos do SAMU nas regiões da cidade não mostra grandes diferenças.

  • Sudeste (21.4%)
  • Norte (21.4%)
  • Leste (20,7%)
  • Sul (19,2%)
  • Centro-Oeste (17,3%)

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência está inserido na atenção à saúde do enfrentamento ao coronavírus para atendimento a ocorrências graves decorrentes de quadros respiratórios.

Além de prestar socorro, o serviço passou a fazer atestados de óbitos durante a pandemia de coronavírus, após determinação da Secretaria Estadual de Saúde, começou a valer desde a semana passada.

Problemas respiratórios

Sintomas respiratórios foram apresentados pela maioria dos pacientes hospitalizados com coronavírus na cidade de São Paulo, de acordo com o boletim sobre a situação epidemiológica da Covid-19 divulgado pela gestão municipal.

A falta de ar é responsável por 73,2% dos casos confirmados e 74,8% dos suspeitos da doença.

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