Data: 04/11/2018 / Fonte: G1

Rio de Janeiro/RJ – Morreu neste domingo (4) a quarta vítima após transferência do incêndio que destruiu parte do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na tarde deste sábado (3).

A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde, que ainda não confirmou se a vítima também é paciente idoso como as outras três vítimas mortas neste sábado, durante a transferência de pacientes.

A RioSaúde, empresa pública de Saúde da Prefeitura do Rio, informou que a Defesa Civil segue no local e a área está isolada para apuração das causas do incêndio.

De acordo com a secretaria, o enterro das vítimas será realizado pela secretaria de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), de forma gratuita. Os sepultamentos estão sendo agendados entre este domingo e a segunda-feira (5).

O prefeito Marcelo Crivella, afirmou neste domingo (4) que pretende reabrir ainda esta semana a emergência do Hospital Lourenço Jorge, um dos maiores da Zona Oeste do Rio.

Assim que houver a liberação serão realizadas obras de recuperação na unidade de saúde para que seja reaberta o mais rápido possível.

Crivella orientou a população a continuar indo ao hospital.

“Pode vir para o Lourenço. Temos aqui uma equipe de ambulâncias e, se não pudermos atender aqui, vamos encaminhar para outro hospital”, disse.

Segundo o prefeito, o objetivo é abrir ainda esta semana pelo menos o serviço de triagem da emergência, que fica no primeiro andar da Coordenação de Emergência Regional da Barra da Tijuca, parte do complexo onde ocorreu o incêndio.

“A ideia que a gente tem quando olha a situação é que vai demorar (para reabrir). Mas são peças pré-moldadas, que já vêm prontas. Na parte de baixo a elétrica sofreu pouco, na parte de cima precisa ser toda refeita, mas elas são separadas. O que importa pra gente é funcionar a parte de baixo”, disse Crivella.

Incêndio
O fogo na unidade de saúde começou no segundo andar, que serve de apoio às equipes médicas, com refeitório e dormitórios – o atendimento a doentes fica no primeiro. As chamas começaram pouco antes das 16h no horário de visita e os saguões estavam cheios.

Por volta das das 17h, a emergência da unidade foi fechada para novos pacientes. Meia hora depois, 54 pacientes que estavam nas salas vermelha e amarela da unidade começaram a ser transferidos para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo.

A CER funciona como uma porta de entrada do hospital: os pacientes de urgência e emergência clínica são atendidos lá, e os casos de trauma ou cirurgia são encaminhados para o hospital.

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