Crédito: Beto Soares/Estúdio Boom

Os profissionais de atendimento pré-hospitalar estão na linha de frente do atendimento a pacientes com suspeita ou confirmação da Covid-19. Em situação de transmissão comunitária sustentada de um vírus que requer precauções de contato, gotículas e aerossóis simultaneamente, é importante garantir a segurança dos profissionais de saúde que atuam em setores de emergência, pois além da recorrente realização de procedimentos geradores de gotículas e aerossóis, há risco real ou potencial de exposição a fluidos corporais. Pensando na saúde e proteção destes e de outros profissionais da saúde, seguem recomendações gerais da ANVISA sobre EPI (Equipamento de Proteção Individual).

A Abramede (Associação Brasileira de Medicina de Emergência), o COFEN (Conselho Federal de Enfermagem) e o COBEEM (Colégio Brasileiro de Enfermagem em Emergência) recomendam a elevação do nível de proteção dos profissionais com o uso prioritário da vestimenta tipo macacão que fornece proteção 360º. Para redução dos riscos de contaminação, as entidades sugerem:

  • Treinamento para profissionais sobre paramentação e desparamentação;
  • Introdução de equipes de monitoramento para a retirada dos EPI para reduzir os riscos na desparamentação.

Fonte: Marisa Amaro Malvestio – Enfermeira, Mestre e Doutora em Enfermagem, ex-consultora técnica do Ministério da Saúde na área de APH.

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