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Data: 11/10/2019 / Fonte: Maicon Espadilha

Trinta e quatro anos atrás, a indústria de incêndio testemunhou algo nunca visto anteriormente: a primeira instalação com tubulações de Poli Cloreto de Vinila Clorado (CPVC) para sistema de sprinklers contra incêndio. O grande objetivo deste material era proporcionar uma instalação mais rápida e segura, trazendo ainda mais qualidade para o empreendimento. O primeiro país da América Latina a utilizar este produto foi o México, com uma aposta trazida pelos fornecedores locais que, após sete anos de uso, já contemplavam com 61% do mercado de tubulações para sprinklers, no segmento de risco leve. O sucesso foi tão grande que países vizinhos começaram a olhar com mais cautela para esta nova tecnologia, fazendo com que os fornecedores de PVC e CPVC para água quente corressem contra o tempo em busca deste novo e próspero produto.

Até 2005, no Brasil, somente materiais metálicos (aço e cobre) eram permitidos para aplicação em sistemas de sprinklers. Este novo material, chamado de plástico (CPVC), entrou no escopo para revisão da norma técnica brasileira NBR 10.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático somente em 2006, ficando um ano em consulta pública e, posteriormente, aprovado em 2007 para aplicações em riscos leves, que compreendem as ocupações – ou parte das ocupações – nas quais a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga de incêndio) é baixa, tendendo a moderada, e da qual é esperada taxa de liberação de calor de baixa à média. Podemos citar como exemplos: igrejas, clubes, escolas públicas e privadas, hospitais (com ambulatórios, cirurgia e centros de saúde), hotéis, bibliotecas e salas de leituras (exceto salas com prateleiras altas), museus, asilos e casas de repouso, prédios de escritórios (incluindo processamento de dados), áreas de refeição em restaurantes (exceto áreas de serviço), teatros e auditórios (exceto palcos e proscênios) e prédios da administração pública.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.

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