Divulgação CBMERJ
Data: 20/05/2019 / Fonte: Revista Emergência / Luana Cunha

Estudo traz estatísticas e estratégias de redução de incêndios florestais, ressaltando a importância de investimentos na área

Segundo estudos, todos os dias, em algum lugar do mundo (com exceção das regiões polares), milhares de hectares de florestas, cerrados, campos, plantios agrícolas, entre outros, sofrem com incêndios florestais. Somente no Brasil foram registrados, em 2017, cerca de 207.633 focos de calor, dado este que deixou o país com o primeiro lugar no ranking de países com maior número de focos por km². Estes dados foram retirados do estudo “Estratégias para redução de incêndios florestais no Brasil: uma proposta para os Corpos de Bombeiros do Brasil”, realizado por militares do CBMMT (Corpo de Bombeiros do Mato Grosso) e apresentado no XVII Senabom 2018.

Levando em consideração que a prevenção e combate a este tipo de ocorrência é uma das inúmeras missões dos corpos de bombeiros, a pesquisa tem como objetivo apresentar algumas estratégias para redução de incêndios florestais no país, sob a ótica das corporações militares. “Embora no Brasil tenham sido registrados os mais altos índices de focos de calor em 2017, entre cinco países pesquisados, os órgãos responsáveis pelo enfrentamento, em particular os Corpos de Bombeiros, não utilizam estratégias adequadas, os registros inexistem ou são incompletos, e estas corporações destinam pouquíssimos recursos material, pessoal e financeiro em comparação com outros países”, afirma o coronel Paulo André da Silva Barroso, Secretário Executivo do Comitê de Gestão do Fogo/SEMA e um dos autores da pesquisa. O estudo também teve a participação do capitão Leandro Jorge de Souza Alves.

Confira a reportagem completa na edição de maio da Revista Emergência.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui