Larissa Limeira
Data: 12/09/2019 / Fonte: Revista Emergência/Bruna Klassmann

Mesmo sem acidentes graves em túneis brasileiros, o país conta com normas atualizadas para proteção contra incêndio em túneis rodoviários, urbanos, metroviários e ferroviários

Os túneis, passagens subterrâneas que possibilitam ou facilitam o acesso a um determinado local, atualmente, utilizados por diferentes meios de transportes, são espaços que podem ser cenários para diversos acidentes. “O principal tipo de acidente em túnel é o incêndio que gera muito calor e fumaça, podendo gerar danos humanos, com possível fatalidade, e danos materiais, quer para a estrutura do túnel, quer para veículos”, destaca Anthony Brown, coordenador da Comissão de Estudos de Túneis do CB 24 (Comitê Brasileiro Contra Incêndio) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e diretor da empresa RISIKO Análise de Segurança.

Conforme divulgado em veículos de comunicação no país, os túneis brasileiros têm sofrido com as ocorrências de incêndios, mesmo que sem muita frequência e em pequenas proporções. Como exemplo, no dia 17 de janeiro de 2019, um carro pegou fogo no Túnel Max Feffer, passagem da avenida Cidade Jardim sob a avenida Brigadeiro Faria Lima, na cidade de São Paulo/SP. Na ocasião, ninguém se feriu, mas devido ao fogo foi necessário bloquear as pistas do túnel para o trabalho do Corpo de Bombeiros, e a grande quantidade de fumaça no local, chegou a assustar as pessoas que ali circulavam. O túnel ficou fechado por mais de uma hora, o que gerou congestionamentos de veículos nas vias ao seu redor.

De acordo com os especialistas, assim como esta ocorrência, outros casos foram registrados em túneis rodoviários, urbanos, metroviários e ferroviários no mundo todo. De modo geral, em alguns casos não houve feridos, já em outros, mortes e pessoas intoxicadas por causa da fumaça do incêndio. Muitos casos que ocorreram no passado em diferentes países, serviram como lição para a mudança de leis e normas na segurança contra incêndio em túneis, o que deixou os locais mais seguros e equipados.

Confira a reportagem completa na edição de setembro da Revista Emergência.

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