Crédito: Acervo Vetrotech Saint-Gobain

Componente é cada vez mais utilizado na proteção passiva de edificações com grande concentração de pessoas

A tendência do uso de vidros resistentes ao fogo como componentes de portas corta-fogo vem surgindo no mercado brasileiro, na medida em que estes produtos se tornam disponíveis no país e os seus benefícios de segurança e estéticos passam a ser percebidos pelos engenheiros de segurança, arquitetos e usuários das edificações.

Apesar de alguns pensarem que a função principal da transparência em uma porta corta-fogo (EI) seja permitir avistar o fogo no momento do sinistro, tal característica se mostra muito mais atraente aos especialistas sob a ótica da segurança do uso no dia a dia, evitando acidentes com a abertura repentina da porta contra outra pessoa, ou sob a ótica da estética da porta predominantemente feita em vidro, que apresenta uma beleza diferenciada, comparada à porta metálica convencional, além de promover o aproveitamento da iluminação entre ambientes.


Dados do autor

Paulo S. S. Penna de Moraes – Engenheiro Civil com especialização em Estruturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Gerente Técnico Comercial LATAM na Vetrotech Saint-Gobain; Diretor Financeiro da ABPP (Associação Brasileira de Proteção Passiva contra Incêndio); membro ativo e secretário da Comissão de Estudos de Vedações Corta-Fogo ABNT/CE-024:101.006.
[email protected]


Confira o artigo completo na edição de março da Revista Emergência.