Crédito: Arquivo Cesar Nieto

A importância e o uso do sistema CAFS para viaturas de combate a incêndio no Brasil

É comum de tempos em tempos aparecerem termos novos na linguagem do combate a incêndio que nos levantam dúvidas. Há mais ou menos uns cinco anos, no Brasil, nos defrontamos com a sigla CAFS que tem sido adotada em conversas técnicas e até em especificações para aquisição de viaturas.

O que é CAFS? A sigla vem do inglês “Compressed Air Foam Systems”, que em tradução literal é Sistemas de Espuma por Ar Comprimido, nos quais introduzimos ar pressurizado para criar bolhas dentro do sistema e, consequentemente, adicionar energia ao fluxo de água.

Em meus frequentes encontros com bombeiros, vejo que ainda há alguma confusão no que diz respeito à aplicação e vantagens desta tecnologia. Para todos falarmos o mesmo idioma, adotaremos aqui os seguintes termos: LGE = Produto químico concentrado para diluição em água e produzir espuma; Solução = O resultado da dissolução do LGE na água; Espuma = O resultado da agitação da solução. É aquela camada branca espumante, comumente obtida por esguichos aerados ou não; Proporcionador = É o método ou sistema que “dosa” a quantidade de LGE na água, comumente nas quantidades de 0,5%; 1%; 3% e 6%.


Dados do autor:

Cesar Corazza Nieto – Engenheiro Industrial e Mecânico, representante das bombas Hale no Brasil desde 1992 e coordenador da Comissão de Estudos de Viaturas de Combate a Incêndio e Acessórios da ABNT.
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Confira o artigo completo na edição de maio/junho da Revista Emergência.