Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Estudo mostra a prevalência e incidência de fatores de risco de doenças cardiovasculares, ressaltando a importância de políticas de prevenção

O conceito de saúde, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), é o estado de “completo bem-estar físico, psíquico e social e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade”. Acrescenta-se a este conceito como sendo o perfeito estado de equilíbrio dinâmico entre o ambiente e o organismo, essencial ao funcionamento normal e manutenção das características estruturais necessárias ao ciclo da vida.

Desafiando este equilíbrio dinâmico necessário, com o desenvolvimento e crescimento industrial mundial, houve uma importante mudança nas características das enfermidades que atingiram a população, especialmente relacionadas à maior incidência e prevalência das doenças crônicas, capitaneadas pela presença de fatores de risco de grande importância e que corroboram para o aparecimento de afecções progressivas e limitantes, tornando imperativa a discussão acerca da necessidade de mudanças comportamentais das pessoas com relação aos seus hábitos de vida. Em consequência da evolução tecnológica, a humanidade tem sofrido com o alto grau de exigências de maneira geral, enfaticamente no campo profissional nas mais diversas áreas de atuação. 


Dados dos autores

Douglas de Magalhães Araujo – Tenente-Coronel QOBM/Comb do CBMAL (Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas); Secretário Executivo da CEDEC/AL (Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Alagoas).
[email protected]

Antônio Leilton Luna Machado Júnior – Tenente-Coronel QOBM/S do CBMAL; Subdiretor de Saúde.

Francisco de Assis Costa – Mestre e Doutor em Cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo; Professor de Cardiologia da Universidade Federal de Alagoas; Coordenador do Serviço de Cardiologia do Hospital Veredas, em Maceió/AL; Médico Cardiologista do HGE-AL (Hospital Geral de Alagoas).


Confira o artigo completo na edição de maio/junho da Revista Emergência.