ARTIGO
Abrigos temporários

ILUSTRAÇÃO:
Arquivo Pessoal/Fernando Costa

AUTOR: Fernando Guilherme da Costa

Importância e desenvolvimento dos alojamentos em situações de desastres

REFERÊNCIAS
BARAKAT, S. Housing Reconstruction After Conflict and Disaster. HumanitarianPractice Network, dezembro, 2003, No. 43. Disponível em: <http://www.odihpn.org/indexphp?option=com_k2&view=item&layout=item&id=2577> Acesso em: fev. 2015

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CRUZ ROJA COLOMBIANA. Manual Nacional para el manejo de Albergues Temporales. 2008. Disponível em: http://www.cruzrojacolombiana.org/sites/default/files/manual

DI GREGÓRIO, L.T. Proposta de ferramentas para gestão da recuperação habitacional pós-desastre no Brasil com foco na população atingida. Tese (Doutorado em Engenharia Civil) – Universidade Federal Fluminense, 2013.  314 f. 

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VALENCIO, N.; SIENA, M.; MARCHEZINI, V.; GONÇALVES, J. C. (orgs.). Sociologia dos desastres: construção, interfaces e perspectivas no Brasil. São Carlos: RIMA Editora, 2009. 280p

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ARTIGO
Corridas de massa

AUTOR:
Marcelo Fischer Gramani

FOTO
Marcelo Gramani/IPT

Estudo trata dos impactos e observações de campo deste fenômeno natural pouco conhecido pela população e pouco estudado pelos cientistas

REFERÊNCIAS
Gramani, M.F. (2001). Caracterização geológico-geotécnica das corridas de detritos (“debrisflows”) no Brasil e comparação com alguns casos internacionais. Dissertação (Mestrado) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 372p.

Gramani, M.F. (2015)A Corrida de Massa no Córrego Guarda-Mão, município de Itaoca (SP): Impacto E Observações De Campo. Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, 15. Bento Gonçalves – 2015.

Gramani, M.F.; Arduin, D.H. (2015) Morfologia dos depósitos dodebrisflow de Itaoca, São Paulo. Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, 15. Bento Gonçalves – 2015.

Massad, F., et al.(1997) Comparison between Estimated and Measured Debris Flow Discharges and Volume of Sediments. In: 2. Simp. Pan. Desliz. e 2.Congr. Brasil. Estab. Enc., R. Janeiro, 1997, V.1, p. 213-222.

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